Trincheira do conservadorismo. Artigos, comentários, resenha de matérias jornalísticas, Política, Filosofia, Direito, Religião, Sociedade, Comportamento
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O Dia da Terra é contrário à vida humana
Hoje é um "feriado religioso" que deveria fazer com que todos nos tornássemos ateus. Vinte e dois de abril de 2013 é o aniversário do Dia da Terra. Para muita gente, não passa de um dia de pensar de maneira acolhedora e confusa sobre ar puro, rios cristalinos, florestas verdejantes e rouxinóis canoros. Até a década de 1990, o 1º de Maio marcava a idolatria dos comunistas por uma abstração denominada "os trabalhadores", às custas dos verdadeiros trabalhadores de carne e osso e de todos os outros seres humanos do planeta. O resultado foi uma carnificina. Agora, o Dia da terra marca a idolatria dos extremo-ambientalistas pelo planeta em si, às custas de todos os seres humanos que o habitam. Se a seita continuar crescendo, os resultados serão os mesmos conseguidos pelos vermelhos.
Não há problema nenhum se indivíduos quiserem preservar as florestas, as flores, os lagos, etc. em suas propriedades e em seu próprio benefício, nem se quiserem reduzir os danos efetivos e mensuráveis causados aos seres humanos, por exemplo, pela poluição do ar e das águas. Seja como for, os priores problemas de poluição já foram quase totalmente resolvidos nas últimas décadas.
Contudo, os extremo-ambientalistas transformaram preocupações legítimas em uma seita. Se eu disser a alguém que não reciclo o lixo, por exemplo, serei tratado como se eu fizesse troça de Maomé na Arábia Saudita. Quando a reciclagem fizer sentido do ponto de vista econômico e ambiental, surgirá um mercado para os materiais reciclados e não haverá necessidade de que o governo meta sua longa colher no assunto. Acontece que, muitas vezes, a reciclagem gera custos líquidos de milhões de reais e prejudica o meio ambiente. Levando em consideração as frotas de caminhões necessárias para recolher as suas garrafas (que você deve, antes, lavar) e as instalações usadas para moer ou derreter o vidro (que consomem uma quantidade absurda de energia), acaba sendo melhor simplesmente jogar tudo no lixo como sempre se fez.
Já se escreveu muita coisa sobre a incapacidade dos ambientalistas de de comprovar quantos supostos problemas realmente prejudicam os seres humanos. Faz mesmo alguma diferença reduzir a quantidade de uma determinada substância na água de duas partes por bilhão para uma parte?
Já se escreveu muita coisa sobre a ciência fajuta por trás de muitos programas ambientais e sobre os graves problemas que esses programas criam para as pessoas, em comparação com seus benefícios minúsculos. O DDT não é o diabo que muita gente pinta, mas a falta de uso dele para erradicar insetos patogênicos causou milhares de mortes.
O que exige mais atenção é o problema dos valores fundamentais do extremo-ambientalismo. A origem definitiva e o padrão de todos os valores é a vida humana. Pedras, lama, oceanos, montanhas, peixes e aves não têm valor intrínseco nenhum em si mesmos ou por si mesmos. Eles não são nem bons nem maus. Eles simplesmente são. É na relação com nós outros, seres humanos, que as coisas apresentam seu valor.
Devemos usar nossas mentes racionais como indivíduos para descobrir os meios de sobreviver e prosperar. Um animal tem valor porque podemos usá-lo para nos alimentar ou admirar sua beleza. A água tem valor porque podemos bebê-la ou nadar nela. As pedras e árvores têm valor porque podemos construir casas com elas, ou podemos subir nelas por diversão. Os brejos talvez não tenham valor porque estão exatamente no ponto onde queremos construir uma casa.
E, naturalmente, "nós" não significa um coletivo abstrato, e sim cada um de nós, na qualidade de indivíduos. Essa é a questão da propriedade privada. Cada um de nós deve ter a liberdade de possuir e usar nosso patrimônio para o nosso bem enquanto indivíduos.
Os extremo-ambientalistas tiram os indivíduos da jogada. Eles falam do valor dos ecossistemas, habitats e pantanais sem se referir aos seres humanos em geral nem a indivíduos específicos que possam possuir patrimônio material e dele fazer uso. A rigor, os extremo-ambientalistas criam uma seita da deusa Gaia que põe os seres humanos em segundo plano. Muitos extremo-ambientalistas já dizem abertamente, por exemplo, que rotulam as pessoas como "poluição do planeta". Existe até mesmo um Movimento pela Extinção Humana Voluntária (podem procurar no Google um tal de "VHEMT"). O credo deles: "Reduzir progressivamente a raça humana, cessando voluntariamente a reprodução, permitirá que a biosfera da Terra recupere suas boas condições de saúde".
A maior parte das pessoas que comemoram o Dia da Terra retirando o lixo das ruas consiste, sem dúvida, em pessoas bem-intencionadas. Mas elas e todos nós devemos reconhecer que os fundamentos filosóficos sobre os quais uma pessoa age causará, inevitavelmente, determinadas conseqüências ao longo do tempo, independentemente da intenção. As premissas dos extremo-ambientalistas são contrárias à vida humana e, se forem levadas adiante de maneira constante, levarão a uma carnificina pior do que aquela promovida pelos comunistas. Afinal, "o verde é a nova cor do comunismo".
No Dia da Terra, devemos refletir não sobre o planeta, mas sobre os habitantes capazes de fazer com que ele valha alguma coisa.
domingo, 21 de abril de 2013
Ativista homossexual admite que o objetivo do programa é destruir o casamento
Mesmo sabendo que há radicais em todos os movimentos, não devemos atenuar a impressionante confissão feita pela jornalista lésbica Masha Gessen. Em um programa de rádio, ela admite abertamente que os ativista homossexuais estão mentindo sobre seu programa político radical. Ela afirma que eles não querem ter acesso à instituição do casamento, mas, sim, redefini-la radicalmente e, por fim, eliminá-la.
Eis o que ela disse numa entrevista à Radio National, da Austrália, em 11 de junho de 2012:
Embora poucos tenham sido tão francos quanto foi essa ativista lésbica na entrevista, há exemplos numéricos que comprovam seus argumentos. Tendo recebido a oportunidade de se casar após a promulgação de leis, uma proporção relativamente pequena de homossexuais sequer se preocupa em se casar, em comparação com os heterossexuais. Isso provoca um debate sobre a verdadeira necessidade de desconstruir o casamento pela extensão “justa” de suas vantagens. Apenas 12% dos homossexuais da Holanda se casam, em comparação com 86% dos heterossexuais. Menos de 20% dos casais de mesmo sexo que já vivem juntos na Califórnia se casaram quando tiveram a oportunidade de fazê-lo em 2008. Por outro lado, 91% dos casais heterossexuais da Califórnia que vivem juntos são casados.
Obviamente se trata de uma mudança cultural e da destruição da ética familiar tradicional, pois, aparentemente, a maioria dos homossexuais que vivem juntos nem precisa nem deseja se casar, embora desejem alterar radicalmente o conceito de casamento.
Os gays e as lésbicas são livres para viver como quiserem, e a sociedade atual os aplaude sem reservas, como nunca na história, mas eles não têm o direito de reescrever o significado do casamento para o conjunto da sociedade.
Eis o que ela disse numa entrevista à Radio National, da Austrália, em 11 de junho de 2012:
“É óbvio que [os ativistas homossexuais] devem ter o direito de se casar, mas também acho que é óbvio que a instituição do casamento não deveria existir. …(L)utar pelo casamento gay implica, em geral, mentir sobre o que vamos fazer do casamento quando o conseguirmos, pois estamos mentindo quando dizemos que a instituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira.
A instituição do casamento vai mudar, e ela deve mudar. Além disso, eu não acho que ela deva existir, e eu não gosto de participar da criação de ficções sobre a minha vida. Não era bem isso que eu tinha em mente quando saí do armário trinta anos atrás.
Tenho três filhos que têm cinco pais, mais ou menos, e não vejo por que eles não devam ter cinco pais reconhecidos por lei… Conheci a minha nova parceira, e ela havia acabado de ter um filho, e o pai biológico dessa criança é o meu irmão, e o pai biológico da minha filha é um homem que mora na Rússia, e meu filho adotivo o considera seu pai. Então, os cinco pais se dividem em dois grupos de três… E, na verdade, eu gostaria de viver sob um ordenamento jurídico capaz de corresponder a essa realidade, e não acho que isso seja compatível com a instituição do casamento.”
(Fonte: http://www.abc.net.au/radionational/programs/lifematters/why-get-married/4058506)Por um bom tempo, os defensores do casamento natural tentaram demonstrar que o verdadeiro programa por trás das organizações de pressão homossexual não é a igualdade no casamento, e sim a completa total decomposição do casamento e a erradicação dos valores tradicionais da sociedade. (Isso acabará incluindo iniciativas de silenciamento e punição a algumas igrejas que defendem abertamente seus ensinamentos religiosos sobre casamento e moral sexual).
Embora poucos tenham sido tão francos quanto foi essa ativista lésbica na entrevista, há exemplos numéricos que comprovam seus argumentos. Tendo recebido a oportunidade de se casar após a promulgação de leis, uma proporção relativamente pequena de homossexuais sequer se preocupa em se casar, em comparação com os heterossexuais. Isso provoca um debate sobre a verdadeira necessidade de desconstruir o casamento pela extensão “justa” de suas vantagens. Apenas 12% dos homossexuais da Holanda se casam, em comparação com 86% dos heterossexuais. Menos de 20% dos casais de mesmo sexo que já vivem juntos na Califórnia se casaram quando tiveram a oportunidade de fazê-lo em 2008. Por outro lado, 91% dos casais heterossexuais da Califórnia que vivem juntos são casados.
Obviamente se trata de uma mudança cultural e da destruição da ética familiar tradicional, pois, aparentemente, a maioria dos homossexuais que vivem juntos nem precisa nem deseja se casar, embora desejem alterar radicalmente o conceito de casamento.
Os gays e as lésbicas são livres para viver como quiserem, e a sociedade atual os aplaude sem reservas, como nunca na história, mas eles não têm o direito de reescrever o significado do casamento para o conjunto da sociedade.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Sobre tatuagens e a degradação dos valores
O que a humanidade está fazendo consigo mesma no mundo ocidental?
O que é essa moda de tatuagem que assola o mundo? O corpo deixou de ser íntimo e pessoal para se tornar uma tela ambulante. Parece que cada vez mais pessoas ostentam uma, duas ou vinte e duas tatuagens. E essa moda não se restringe a um país, a um grupo étnico ou a uma religião - ela atravessa fronteiras e países, atingindo ricos, pobres, gordos, magros, homens, mulheres, brasileiros, americanos, alemães, espanhóis... em todos os lugares, todos estão marcados.
Esse orgulho em emporcalhar o corpo é, no mínimo, bastante difícil de explicar. O corpo não deveria ser um repositório do nosso "eu"? Não vou nem entrar no mérito do que a Bíblia ou as principais religiões monoteístas dizem sobre o assunto. Entretanto, fico pensando se a tatuagem não seria, na prática, um anátema, pois, ao mesmo tempo e que oculta a personalidade da pessoa por trás de uma autoflagelação, também rotula quem se tatua e a relega a uma classe ou categoria específica de pessoas.
A tatuagem, que, em determinado momento, parecia ser uma prática em vias de extinção, voltou sedenta de vingança. Há uma paixão cega e delirante por elas, e não há limites para o que vemos desenhado ou escrito nesses verdadeiros filmes. Desde as fantásticas e alegóricas até o puro e simples grotesco, toda a gama da imaginação infantil se desnuda diante de nós. O decoro (esse conceito démodé) foi jogado na lata do lixo. Será que quem se tatua pretende expor um argumento sem precisar abrir a boca, pôr a nu seu verdadeiro "eu", sua identidade e sua personalidade, enfim, aquilo que faz cada um de nós um ser humano distinto, complexo e interessante? Certos grupos (índios, africanos, entre outros), pintam seus corpos e/ou rostos para uma finalidade específicas, normalmente de natureza ritual. Entretanto, ficar para sempre marcado com uma mensagem ou um desenho se compara a usar as mesmas roupas ou aferrar-se à mesma visão de mundo por toda a vida. Se pensarmos nisso com calma, é uma baita maldição, pois devemos evoluir, nos acrisolar, e refinar nossa maneira de ser ao longo do tempo, mesmo sob pena de contradição.
Normalmente são os jovens que se embriagam com essa postura embotada, e, às vezes, isso pode ter um significado de desafio e provocação, mas quase sempre se trata de um ato irrefletido.
Em tempos d'antanho, uma tatuagem significava algo. Era uma marca, um sinal que diferençava quem a envergava. Era necessário merecê-la, como um distintivo de coragem ou ousadia, e, na maioria das vezes, eram características de marinheiros ou presidiários. Normalmente, a pessoa carregava apenas uma, simbolizando um amor perdido, a pista de um tesouro enterrado ou alguma outra coisa extravagante. Havia mistério por trás das tatuagens; havia uma história. Hoje em dia, não mais. Hoje, as tatuagens são como construções modernas: pêle-mêle, confusas, feias tout court.
Quando algumas práticas entram na moda, normalmente a idéia ou a motivação original por trás delas perde todo o sentido e a finalidade, gerando exatamente o oposto da intenção primeira. Essa moda perpétua, contudo, anula a si mesmo. Algumas pessoas amadurecem e se dão conta de que aquilo que consideravam original ou exclusivo em um determinado momento perdeu o encanto ou o atrativo. E isso é ainda mais verdadeiro nestes tempos em que os prazeres imediatos são a norma.
Enfim, queiramos ou não, assim como a lei da gravidade age, tatuagem não é uma coisa bonita de se ver.
O que é essa moda de tatuagem que assola o mundo? O corpo deixou de ser íntimo e pessoal para se tornar uma tela ambulante. Parece que cada vez mais pessoas ostentam uma, duas ou vinte e duas tatuagens. E essa moda não se restringe a um país, a um grupo étnico ou a uma religião - ela atravessa fronteiras e países, atingindo ricos, pobres, gordos, magros, homens, mulheres, brasileiros, americanos, alemães, espanhóis... em todos os lugares, todos estão marcados.
Esse orgulho em emporcalhar o corpo é, no mínimo, bastante difícil de explicar. O corpo não deveria ser um repositório do nosso "eu"? Não vou nem entrar no mérito do que a Bíblia ou as principais religiões monoteístas dizem sobre o assunto. Entretanto, fico pensando se a tatuagem não seria, na prática, um anátema, pois, ao mesmo tempo e que oculta a personalidade da pessoa por trás de uma autoflagelação, também rotula quem se tatua e a relega a uma classe ou categoria específica de pessoas.
A tatuagem, que, em determinado momento, parecia ser uma prática em vias de extinção, voltou sedenta de vingança. Há uma paixão cega e delirante por elas, e não há limites para o que vemos desenhado ou escrito nesses verdadeiros filmes. Desde as fantásticas e alegóricas até o puro e simples grotesco, toda a gama da imaginação infantil se desnuda diante de nós. O decoro (esse conceito démodé) foi jogado na lata do lixo. Será que quem se tatua pretende expor um argumento sem precisar abrir a boca, pôr a nu seu verdadeiro "eu", sua identidade e sua personalidade, enfim, aquilo que faz cada um de nós um ser humano distinto, complexo e interessante? Certos grupos (índios, africanos, entre outros), pintam seus corpos e/ou rostos para uma finalidade específicas, normalmente de natureza ritual. Entretanto, ficar para sempre marcado com uma mensagem ou um desenho se compara a usar as mesmas roupas ou aferrar-se à mesma visão de mundo por toda a vida. Se pensarmos nisso com calma, é uma baita maldição, pois devemos evoluir, nos acrisolar, e refinar nossa maneira de ser ao longo do tempo, mesmo sob pena de contradição.
Normalmente são os jovens que se embriagam com essa postura embotada, e, às vezes, isso pode ter um significado de desafio e provocação, mas quase sempre se trata de um ato irrefletido.
Em tempos d'antanho, uma tatuagem significava algo. Era uma marca, um sinal que diferençava quem a envergava. Era necessário merecê-la, como um distintivo de coragem ou ousadia, e, na maioria das vezes, eram características de marinheiros ou presidiários. Normalmente, a pessoa carregava apenas uma, simbolizando um amor perdido, a pista de um tesouro enterrado ou alguma outra coisa extravagante. Havia mistério por trás das tatuagens; havia uma história. Hoje em dia, não mais. Hoje, as tatuagens são como construções modernas: pêle-mêle, confusas, feias tout court.
Quando algumas práticas entram na moda, normalmente a idéia ou a motivação original por trás delas perde todo o sentido e a finalidade, gerando exatamente o oposto da intenção primeira. Essa moda perpétua, contudo, anula a si mesmo. Algumas pessoas amadurecem e se dão conta de que aquilo que consideravam original ou exclusivo em um determinado momento perdeu o encanto ou o atrativo. E isso é ainda mais verdadeiro nestes tempos em que os prazeres imediatos são a norma.
Enfim, queiramos ou não, assim como a lei da gravidade age, tatuagem não é uma coisa bonita de se ver.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Depressão: o que é e de que se alimenta?
Depressão é assunto popular, de modinha. Aliás, é in, é cool, se apresentar como uma pessoa deprimida. Sujeito ganha carinhos e afagos automaticamente.
Para muita gente, a depressão é conseqüência de um desarranjo bioquímico do organismo. Claro que é. Entretanto, essa conseqüência é o resultado de um antecedente: desânimo existencial. É preciso que haja um mecanismo de ordem emocional para que surja a depressão na vida diária de uma pessoa.
"Ah, John, mas e o idoso?" O idoso, por estar perto do fim, tem uma consciência mais aguda da sua finitude, e isso provoca a depressão. Por isso é importante que a pessoa esteja intensamente envolvida com alguma atividade, seja ela qual for, e independentemente da idade.
Quando a pessoa está intensamente e realmente motivada por alguma coisa, ela não se deprime.
Ouço pela aí que jovens na flor da idade apresentam crises depressivas. Nada mais natural. É o resultado da percepção do vazio que são suas vidas. Eles têm a certeza de que suas atividades não lhes preenchem. Isso abre as portas para a depressão, a qual leva a toda sorte de desatino.
É isso aí, meus filhos: quando a pessoa está ativa, motivada, entusiasticamente ligada a alguma coisa, não há tempo para a depressão. A depressão é o resultado de um mecanismo deflagrador de ordem emocional. Por isso, dependendo da gravidade da depressão, é preciso, sim, um tratamento bioquímico, mas também a psicoterapia. Sem a psicoterapia, a pessoa jamais conseguirá ver o que de fato a arrasta para a depressão. O resto são interesses escusos dos grandes laboratórios internacionais e de médicos inescrupulosos.
Para muita gente, a depressão é conseqüência de um desarranjo bioquímico do organismo. Claro que é. Entretanto, essa conseqüência é o resultado de um antecedente: desânimo existencial. É preciso que haja um mecanismo de ordem emocional para que surja a depressão na vida diária de uma pessoa.
"Ah, John, mas e o idoso?" O idoso, por estar perto do fim, tem uma consciência mais aguda da sua finitude, e isso provoca a depressão. Por isso é importante que a pessoa esteja intensamente envolvida com alguma atividade, seja ela qual for, e independentemente da idade.
Quando a pessoa está intensamente e realmente motivada por alguma coisa, ela não se deprime.
Ouço pela aí que jovens na flor da idade apresentam crises depressivas. Nada mais natural. É o resultado da percepção do vazio que são suas vidas. Eles têm a certeza de que suas atividades não lhes preenchem. Isso abre as portas para a depressão, a qual leva a toda sorte de desatino.
É isso aí, meus filhos: quando a pessoa está ativa, motivada, entusiasticamente ligada a alguma coisa, não há tempo para a depressão. A depressão é o resultado de um mecanismo deflagrador de ordem emocional. Por isso, dependendo da gravidade da depressão, é preciso, sim, um tratamento bioquímico, mas também a psicoterapia. Sem a psicoterapia, a pessoa jamais conseguirá ver o que de fato a arrasta para a depressão. O resto são interesses escusos dos grandes laboratórios internacionais e de médicos inescrupulosos.
Coréia do Norte ameaça mandar o armistício pro espaço
A "riscada de faca" da Coréia do Norte está deixando o mundo pouco inquieto. O mundo inteiro, menos Obama, aparentemente.
Os líderes norte-coreanos anunciaram na terça-feira que estão dispostos a se livrar do armistício da Guerra da Coréia (1950-1953). Trata-se de uma reação aos planos dos EUA e da Coréia do Sul de realizar exercícios militares com a duração de dois meses.
O regime de Pyongyang também afirmou que vai cortar suas "linhas diretas" com a Coréia do Sul e com os EUA se os exercícios militares não forem cancelados.
O que a Coréia do Norte não consegue reconhecer é que suas ações de agressão durante a fase de ascensão do ditador de plantão Kim Jong-Un deixaram o Ocidente meio "cozido". Marinheiros sul-coreanos foram mortos em um ataque surpresa da Coréia do Norte há mais de um ano. Além disso, uma instalação insular próxima a Seul (capital da Coréia do Sul) foi repentinamente bombardeada.
A China e a Rússia indicaram que ficarão ao lado dos outros países do Conselho de Segurança da ONU para impor sanções ao beligerante regime norte-coreano. Entretanto, mesmo com uma resolução da ONU, que usou palavras pesadas, a China e a Rússia mui provavelmente apoiarão os norte-coreanos, como sempre fizeram. Isso mantém os EUA e seus aliados Japão e Coréia do Sul com sua atenção voltada para um regime ermitão, ignorando as ações chinesas e russas, e isso já funcionou em outros tempos.
Os EUA continuam usando a ONU para castigar a Coréia do Norte, mas, devido à péssima política interna de Obama, o país não é capaz e não está disposto a reagir com firmeza aos testes nucleares norte-coreanos. Em vez de agir, o verborrágico presidente tem concentrado a maior parte do seu capital político no confisco e no aumento de impostos, ao mesmo tempo em que culpa os Republicanos. O confisco sempre foi a idéia de Obama, mas ele jamais vai admitir isso.
Os líderes norte-coreanos anunciaram na terça-feira que estão dispostos a se livrar do armistício da Guerra da Coréia (1950-1953). Trata-se de uma reação aos planos dos EUA e da Coréia do Sul de realizar exercícios militares com a duração de dois meses.
O regime de Pyongyang também afirmou que vai cortar suas "linhas diretas" com a Coréia do Sul e com os EUA se os exercícios militares não forem cancelados.
O que a Coréia do Norte não consegue reconhecer é que suas ações de agressão durante a fase de ascensão do ditador de plantão Kim Jong-Un deixaram o Ocidente meio "cozido". Marinheiros sul-coreanos foram mortos em um ataque surpresa da Coréia do Norte há mais de um ano. Além disso, uma instalação insular próxima a Seul (capital da Coréia do Sul) foi repentinamente bombardeada.
A China e a Rússia indicaram que ficarão ao lado dos outros países do Conselho de Segurança da ONU para impor sanções ao beligerante regime norte-coreano. Entretanto, mesmo com uma resolução da ONU, que usou palavras pesadas, a China e a Rússia mui provavelmente apoiarão os norte-coreanos, como sempre fizeram. Isso mantém os EUA e seus aliados Japão e Coréia do Sul com sua atenção voltada para um regime ermitão, ignorando as ações chinesas e russas, e isso já funcionou em outros tempos.
Os EUA continuam usando a ONU para castigar a Coréia do Norte, mas, devido à péssima política interna de Obama, o país não é capaz e não está disposto a reagir com firmeza aos testes nucleares norte-coreanos. Em vez de agir, o verborrágico presidente tem concentrado a maior parte do seu capital político no confisco e no aumento de impostos, ao mesmo tempo em que culpa os Republicanos. O confisco sempre foi a idéia de Obama, mas ele jamais vai admitir isso.
quarta-feira, 6 de março de 2013
A morte de Chavez gera chuva de encômios da mídia
Quando começou a correr o mundo a notícia da morte do presidente-ditador comunista Hugo Chávez, a grande imprensa esquerdista revirou os olhinhos, desmanchando-se em encômios ao populista Venezuelano recém-defunto.
Chávez, morto aos 58 anos de idade, deteve o poder e oprimiu seu povo para implementar sua visão de um "Estado Bolivariano", fazendo eco aos dias de glória da Venezuela e da América Latina comandada por Simon Bolívar. A Reuters publicou fotos do ditador morto com o título "As frases mais memoráveis de Chávez" e um artigo intitulado “A morte d Chávez deixa vácuo esquerdista na América do Sul”, como se fosse ruim que o populismo esquerdista de Chávez ficasse sem um líder. O deputado norte-americano José Serrano (um Democrata que representa o distrito Bronx South na cidade de Nova Iorque) tuitou seu elogio a Hugo Chávez com as seguintes palavras:
Chávez, morto aos 58 anos de idade, deteve o poder e oprimiu seu povo para implementar sua visão de um "Estado Bolivariano", fazendo eco aos dias de glória da Venezuela e da América Latina comandada por Simon Bolívar. A Reuters publicou fotos do ditador morto com o título "As frases mais memoráveis de Chávez" e um artigo intitulado “A morte d Chávez deixa vácuo esquerdista na América do Sul”, como se fosse ruim que o populismo esquerdista de Chávez ficasse sem um líder. O deputado norte-americano José Serrano (um Democrata que representa o distrito Bronx South na cidade de Nova Iorque) tuitou seu elogio a Hugo Chávez com as seguintes palavras:
"Hugo Chávez foi um líder que entendia as necessidades dos pobres. Ele se empenhou em dar poder aos sem-poder. Descanse em paz, Sr. Presidente.
O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter disse que todos deveriam se lembrar de Chávez, e lembra "seu legado positivo" de redistribuição socialista da riqueza. Pena que Jimmy não falou das estatísticas estratosféricas de criminalidade que acompanharam o trabalho de redistribuição.
A manchete da Associated Press dizia: “Mesmo após a morte, Chávez tem a opção do sucessor” e indica que a influência de Chávez se sente d'além-túmulo.
Nicolás Maduro, vice-presidente e herdeiro nomeado de Chávez, está pronto para concorrer contra o principal líder oposicionista Henrique Capriles. As pesquisas indicam que Maduro está liderando, mas Capriles acusou os institutos de pesquisas de um viés pró-Maduro.
Não é ridículo? Ou seria apenas a inclinação da grande mídia posta em prática?
segunda-feira, 4 de março de 2013
Um papa socialista negro após um presidente socialista negro
Bem, meus amigos, estréio meu novo blog tratando de um assunto bastante em voga: a sucessão no Vaticano.
Depois de ler um artigo do Reinaldo Azevedo em que ele declara sua preferência, entre os papabili, pelo cardeal ganês Peter Turkson, chegou ao meu agregador de notícias um artigo do Cliff Kincaid no Accuracy in Media a respeito das relações do cardeal Turkson. Traduzo e publico:
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Um papa socialista negro após um presidente socialista negro
Com o cardeal católico africano Peter Turkson concorrendo ao posto de papa, a mídia indicou que ele leva consigo o pomposo título de presidente do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, uma ramificação do Vaticano. Mas eles não perceberam a existência de um lobby esquerdista nos EUA que trabalha com afinco em nome dele. Trata-se do mesmo grupo de radicais ligados ao bilionário operador de fundos de hedge George Soros, que apoiou Obama para a presidência, afirmando que ele compartilhava seus valores católicos.
Aparentemente, um dos principais defensores de Turkson nos EUA é Stephen Schneck, professor adjunto de Política da Universidade Católica da América (CUA) e alto executivo do grupo “Católicos por Obama.” Ele dirige o Instituto de Pesquisa Política e Estudos Católicos da CUA e realiza conferências com palestrantes esquerdistas.
John Sweeney, ex-chefe da central sindical norte-americana AFL-CIO e integrante do grupo Socialistas Democratas da América, declarou em uma das conferências organizadas por Schneck que Jesus Cristo era sindicalista. Outro palestrante foi o socialista Harold Meyerson.
Quando o Pontifício Conselho de Justiça e Paz do Vaticano, comandado por Turkson, emitiu um polêmico documento em 2011, intitulado “Para a reforma dos sistemas financeiro e monetário internacionais no contexto da autoridade política global”, Schneck afirmou que o documento era “de tirar o fôlego” e “o caminho católico correto” para a atual crise.
Uma “autoridade política global” foi apoiada pelo papa Benedito XVI na encíclica “Caridade na Verdade” de 2009.
Schneck, que atuou no conselho diretor do grupo Católicos em Aliança pelo Bem Comum, financiado por Soros, é uma figura tão importante nos círculos católicos progressistas que especula-se que Obama o indicará como embaixador dos EUA no Vaticano. Um articulista indicou que Schneck “trabalhou em estreita colaboração com diferentes setores da USCCB [Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos], com o Catholic Relief Services, com a Associação Católica de Líderes Latinos, com a Coalizão Católica sobre as Mudanças Climáticas, e com outros grupos católicos, organizando conferências que chamam a atenção para questões importantesimportant”.
Ele escreveu que “A gama de contatos de Schneck na política e na mídia, sua capacidade de organização e sua capacidade de diferençar uma questão central de uma questão periférica são essenciais para que essas conferências sejam bem-sucedidas. Ele levou o cardeal Peter Turkson à CUA há dois anos para uma conferência sobre a Rerum Novarum”.
A Rerum Novarum é uma encíclica papal na qual, como escreveu William Mayer, “a Igreja proclamou sua alçada para pronunciar-se sobre assuntos econômicos, estabelecendo uma justificativa para o controle público, em maior ou menor proporção, do mercado e, por conseqüência, de participantes da economia, inclusive o cidadão comum e empresas”.
A Rerum Novarum é a base de muitas teorias de “justiça social” promovidas por agentes esquerdistas e marxistas infiltrados na igreja.
Turkson, que é de Gana, levou a “justiça social” ao nível global, defendendo uma “autoridade financeira global” para solucionar os problemas econômicos do mundo.
Por isso, os "progressistas" esquerdistas que apoiam Obama esperam que Turkson seja o próximo papa e estão usando o Vaticano em uma campanha mundial contra o capitalismo.
A Rádio Vaticano afirmou que o documento de Turkson, "Para a reforma dos sistemas financeiro e monetário internacionais no contexto da autoridade política global”, havia “proposto a criação de uma autoridade política global para gerir a economia e uma nova ordem econômica mundial”, tendo a Organização das Nações Unidas “como ponto de referência”.
A Crisis Magazine, uma publicação católica conservadora, afirmou que o documento continha “prescrições evidentemente apavorantes para remodelar a economia mundial” e poderia ser considerado “um rascunho dos compromissos de George Soros”.
Turkson discursou na conferência de 2 de maio de 2011, organizada por na CUA sobre a encíclica Rerum Novarum. Ele participou junto com o bispo Stephen E. Blaire (presidente do Comitê de Justiça Nacional e Desenvolvimento Humano da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos) e com Alexia K. Kelley (vice-diretora do Gabinete da Casa Branca para Parcerias Religiosas e Comunitárias).
Neste fim-de-semana, estava programada uma palestra do cardeal Turkson na conferência de 30º aniversário da Rede Africana de Fé e Justiça (AFJN) na Universidade de Notre Dame.
Faziam parte do evento, realizado com a colaboração do extrema-esquerdista Institute for Policy Studies oficinas e mesas-redondas sobre temas como:
O grupo se descreve da seguinte maneira: “A AFJN trabalha principalmente com os poderes Executivo e Legislativo do governo dos EUA para promover nossa mensagem de justiça social, embora estejamos constituídos como um UN-DPI [Departamento de Informações Públicas] da Organização das Nações Unidas”.
Ele inclui o Departamento de Desenvolvimento Social e Paz Mundial, o órgão nacional de políticas públicas dos Bispos Católicos dos EUA, como uma de suas “organizações colaboradoras.”
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Portanto, meus caros, precisamos ficar de olho nesse conclave e no cardeal Turkson, não apenas no cardeal Angelo Scola, que mantém diálogo com o Islã.
Depois de ler um artigo do Reinaldo Azevedo em que ele declara sua preferência, entre os papabili, pelo cardeal ganês Peter Turkson, chegou ao meu agregador de notícias um artigo do Cliff Kincaid no Accuracy in Media a respeito das relações do cardeal Turkson. Traduzo e publico:
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Um papa socialista negro após um presidente socialista negro
Com o cardeal católico africano Peter Turkson concorrendo ao posto de papa, a mídia indicou que ele leva consigo o pomposo título de presidente do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, uma ramificação do Vaticano. Mas eles não perceberam a existência de um lobby esquerdista nos EUA que trabalha com afinco em nome dele. Trata-se do mesmo grupo de radicais ligados ao bilionário operador de fundos de hedge George Soros, que apoiou Obama para a presidência, afirmando que ele compartilhava seus valores católicos.
Aparentemente, um dos principais defensores de Turkson nos EUA é Stephen Schneck, professor adjunto de Política da Universidade Católica da América (CUA) e alto executivo do grupo “Católicos por Obama.” Ele dirige o Instituto de Pesquisa Política e Estudos Católicos da CUA e realiza conferências com palestrantes esquerdistas.
John Sweeney, ex-chefe da central sindical norte-americana AFL-CIO e integrante do grupo Socialistas Democratas da América, declarou em uma das conferências organizadas por Schneck que Jesus Cristo era sindicalista. Outro palestrante foi o socialista Harold Meyerson.
Quando o Pontifício Conselho de Justiça e Paz do Vaticano, comandado por Turkson, emitiu um polêmico documento em 2011, intitulado “Para a reforma dos sistemas financeiro e monetário internacionais no contexto da autoridade política global”, Schneck afirmou que o documento era “de tirar o fôlego” e “o caminho católico correto” para a atual crise.
Uma “autoridade política global” foi apoiada pelo papa Benedito XVI na encíclica “Caridade na Verdade” de 2009.
Schneck, que atuou no conselho diretor do grupo Católicos em Aliança pelo Bem Comum, financiado por Soros, é uma figura tão importante nos círculos católicos progressistas que especula-se que Obama o indicará como embaixador dos EUA no Vaticano. Um articulista indicou que Schneck “trabalhou em estreita colaboração com diferentes setores da USCCB [Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos], com o Catholic Relief Services, com a Associação Católica de Líderes Latinos, com a Coalizão Católica sobre as Mudanças Climáticas, e com outros grupos católicos, organizando conferências que chamam a atenção para questões importantesimportant”.
Ele escreveu que “A gama de contatos de Schneck na política e na mídia, sua capacidade de organização e sua capacidade de diferençar uma questão central de uma questão periférica são essenciais para que essas conferências sejam bem-sucedidas. Ele levou o cardeal Peter Turkson à CUA há dois anos para uma conferência sobre a Rerum Novarum”.
A Rerum Novarum é uma encíclica papal na qual, como escreveu William Mayer, “a Igreja proclamou sua alçada para pronunciar-se sobre assuntos econômicos, estabelecendo uma justificativa para o controle público, em maior ou menor proporção, do mercado e, por conseqüência, de participantes da economia, inclusive o cidadão comum e empresas”.
A Rerum Novarum é a base de muitas teorias de “justiça social” promovidas por agentes esquerdistas e marxistas infiltrados na igreja.
Turkson, que é de Gana, levou a “justiça social” ao nível global, defendendo uma “autoridade financeira global” para solucionar os problemas econômicos do mundo.
Por isso, os "progressistas" esquerdistas que apoiam Obama esperam que Turkson seja o próximo papa e estão usando o Vaticano em uma campanha mundial contra o capitalismo.
A Rádio Vaticano afirmou que o documento de Turkson, "Para a reforma dos sistemas financeiro e monetário internacionais no contexto da autoridade política global”, havia “proposto a criação de uma autoridade política global para gerir a economia e uma nova ordem econômica mundial”, tendo a Organização das Nações Unidas “como ponto de referência”.
A Crisis Magazine, uma publicação católica conservadora, afirmou que o documento continha “prescrições evidentemente apavorantes para remodelar a economia mundial” e poderia ser considerado “um rascunho dos compromissos de George Soros”.
Turkson discursou na conferência de 2 de maio de 2011, organizada por na CUA sobre a encíclica Rerum Novarum. Ele participou junto com o bispo Stephen E. Blaire (presidente do Comitê de Justiça Nacional e Desenvolvimento Humano da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos) e com Alexia K. Kelley (vice-diretora do Gabinete da Casa Branca para Parcerias Religiosas e Comunitárias).
Neste fim-de-semana, estava programada uma palestra do cardeal Turkson na conferência de 30º aniversário da Rede Africana de Fé e Justiça (AFJN) na Universidade de Notre Dame.
Faziam parte do evento, realizado com a colaboração do extrema-esquerdista Institute for Policy Studies oficinas e mesas-redondas sobre temas como:
- Exame da ajuda internacional à África à luz dos ensinamentos sociais católicos
- Mudanças climáticas e seu impacto sobre os povos da África
- A expansão das atividades militares norte-americanas na África
O grupo se descreve da seguinte maneira: “A AFJN trabalha principalmente com os poderes Executivo e Legislativo do governo dos EUA para promover nossa mensagem de justiça social, embora estejamos constituídos como um UN-DPI [Departamento de Informações Públicas] da Organização das Nações Unidas”.
Ele inclui o Departamento de Desenvolvimento Social e Paz Mundial, o órgão nacional de políticas públicas dos Bispos Católicos dos EUA, como uma de suas “organizações colaboradoras.”
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Portanto, meus caros, precisamos ficar de olho nesse conclave e no cardeal Turkson, não apenas no cardeal Angelo Scola, que mantém diálogo com o Islã.
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