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domingo, 9 de março de 2014

Paraolimpíadas: o politicamente correto em sua melhor forma

Fernando Rocha compete na prova de esqui de fundo
nos Jogos Paraolímpicos de Sochi (
Ronald Martinez/Getty Images)
Domingão, e sou "brindado" pelo UOL com uma notícia constrangedora logo na home page:



Isso é de deixar hirta e pasma qualquer pessoa com um mínimo de bom senso.

Pessoas com deficiências físicas são seres humanos que, em princípio, são dignas de respeito como qualquer outro. Felizmente, essa é uma conquista do mundo civilizado. A compaixão pelos fracos é uma característica inerente ao ser humano civilizado e demonstra o triunfo da civilização Ocidental sobre a barbárie. Contudo, há um abismo gigante entre a compaixão pelos fracos (traço distintivo das sociedades civilizadas) e o culto à fraqueza.

Para que um ou outro leitor um pouco menos afeito à boa interpretação de texto não me entenda mal: o deficiente merece ser tratado com compaixão pelos demais seres humanos por estar em relativa vulnerabilidade. Grifei a palavra "relativa" porque nada impede um deficiente de se destacar por seu intelecto. Muito embora sua autonomia física tenha sido tenha tragicamente limitada, o deficiente não morre totalmente para vida por ter adquirido ou nascido com uma ou outra limitação física. Portanto, não causa espécie alguma ver deficientes físicos se dedicando a outras atividades que não lhes exijam ir além de suas limitações. No entanto, por motivos óbvios, é descabido exigir que os deficientes continuem buscando um modo de vida em descompasso com sua atual realidade física. O amável leitor que discordar de mim neste ponto demonstrará um raciocínio bastante infantil. Que um deficiente físico cuide da sua saúde é coisa meritória, mas querer ir além das suas limitações, como acontece nas paraolimpíadas, é reprovável.

O espetáculo deprimente que são as Paraolimpíadas (sejam de verão ou de inverno) carrega em si o nefasto e estúpido vírus do igualitarismo e a abjeta (e não menos estúpida) ideologia da "inclusão social". Essas competições são a quintessência do politicamente correto por exaltarem a inferioridade e cultuarem a fraqueza, diante das reações mais ensaiadas artificiais do (diminuto) público perante um espetáculo tão chato e sem emoção. Aliás, percebam que o público (presente e telespectador) das Paraolimpíadas é uma fração diminuta do público dos Jogos Olímpicos de verdade. E outra: não é cobrado ingresso para essas competições. A dura realidade se impõe.

É um teatro, puríssimo fingimento mútuo. Os atletas fingem que são o supra-sumo da competitividade, e o público finge que acredita nisso. A mídia entra no elenco no papel de explorar os apelos sentimentais mais piegas possíveis, para comover o público com o esforço alheio, muito embora a "emoção" do público seja totalmente fingida e/ou inexistente. É óbvio que essas competições não têm emoção alguma, pois os deficientes físicos jamais deveriam participar delas, uma vez que não reúnem plenas condições físicas para competir, e competição sem emoção não é competição. O resultado seria muito parecido se criassem competições esportivas olímpicas para velhos caquéticos acima de 80 anos para promover a "inclusão social" e depois, da maneira mais fingida possível, celebrar suas vitórias. Seria igualmente ridículo e patético.

Acredito que os amáveis leitores sejam adultos, e realistas e, portanto, concordarão comigo: esses espetáculos são pueris e patéticos. Repito: as Paraolimpíadas são uma das faces mais nojentas do politicamente correto. Ela cultuam a fraqueza em sua expressão mais fiel. Trata-se de um espetáculo deprimente cujo pano de fundo é o igualitarismo do mais estúpido. O resultado é desastroso.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Fundamentos da intolerância esquerdista: loas ao jogador gay da NBA, ofensas ao comentarista cristão da NBA


Jason Collins, pivô do Boston Celtics, saiu do armário, declarando publicamente ser um atleta gay, sendo um dos primeiros a fazer isso em uma liga esportiva profissional americana. A grande mídia esquerdista e os defensores dos gays o chamaram de "herói" e aplaudiram a "coragem" de seu anúncio público através da Sports Illustrated.

No entanto, a festa deles foi interrompida quando Chris Broussard, respeitado comentarista de basquete da ESPN, expôs seu ponto de vista cristão. Broussard, um cristão devoto, simplesmente expôs seu ponto de vista religioso e, em troca, os críticos esquerdistas, gays e politicamente corretos praticamente o apedrejaram.

Broussard disse simplesmente, “Sou cristão, não concordo com a homossexualidade… Acho que é um pecado, e que o sexo fora do casamento entre um homem e uma mulher também é”. Ele prosseguiu: “Quem vive abertamente em pecado impenitente… anda em rebelião explícita contra Deus e Jesus Cristo”.

Dirigindo-se aos que o criticam e o chamam de “fanático” e “intolerante”, Broussard respondeu e mencionou que tem amizade com um destacado jornalista esportivo gay, LZ Granderson. Ele disse: “Assim como posso tolerar alguém de cujo modo de vida eu discordo, [Granderson] pode tolerar minhas crenças. Ele discorda das minhas crenças e do meu modo de vida, mas a verdadeira tolerância e aceitação implica ser capaz de lidar com isso como adultos maduros, e não criticar e xingar um ao outro”.

Entretanto, a grande mídia esquerdista ignorou a explicação diplomática de Broussard sobre seus pontos de vista religiosos e fez exatamente o que Broussard considerou intolerância: o xingou e o criticou.

Assistam ao vídeo:


quarta-feira, 6 de março de 2013

A morte de Chavez gera chuva de encômios da mídia

Quando começou a correr o mundo a notícia da morte do presidente-ditador comunista Hugo Chávez, a grande imprensa esquerdista revirou os olhinhos, desmanchando-se em encômios ao populista Venezuelano recém-defunto.

Chávez, morto aos 58 anos de idade, deteve o poder e oprimiu seu povo para implementar sua visão de um "Estado Bolivariano", fazendo eco aos dias de glória da Venezuela e da América Latina comandada por Simon Bolívar. A Reuters publicou fotos do ditador morto com o título "As frases mais memoráveis de Chávez" e um artigo intitulado “A morte d Chávez deixa vácuo esquerdista na América do Sul”, como se fosse ruim que o populismo esquerdista de Chávez ficasse sem um líder. O deputado norte-americano José Serrano (um Democrata que representa o distrito Bronx South na cidade de Nova Iorque) tuitou seu elogio a Hugo Chávez com as seguintes palavras:


"Hugo Chávez foi um líder que entendia as necessidades dos pobres. Ele se empenhou em dar poder aos sem-poder. Descanse em paz, Sr. Presidente.

O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter disse que todos deveriam se lembrar de Chávez, e lembra "seu legado positivo" de redistribuição socialista da riqueza. Pena que Jimmy não falou das estatísticas estratosféricas de criminalidade que acompanharam o trabalho de redistribuição.

A manchete da Associated Press dizia: “Mesmo após a morte, Chávez tem a opção do sucessor” e indica que a influência de Chávez se sente d'além-túmulo.

Nicolás Maduro, vice-presidente e herdeiro nomeado de Chávez, está pronto para concorrer contra o principal líder oposicionista Henrique Capriles. As pesquisas indicam que Maduro está liderando, mas Capriles acusou os institutos de pesquisas de um viés pró-Maduro.

Não é ridículo? Ou seria apenas a inclinação da grande mídia posta em prática?